Furou o pneu? Não tem um sobresselente? Não há problema! Dá-se uma nova função ao calçado antigo!
A história de um Blog que queria ter um Nome, e de toda a aventura daí adjacente.
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terça-feira, outubro 05, 2010
sexta-feira, setembro 17, 2010
sábado, setembro 11, 2010
Armênia cria barra de chocolate gigante de mais de 4 toneladas
Jornalistas observam barra de chocolate gigante neste sábado (11) na cidade armênia de Yerevan. Uma companhia local afirma ter quebrado o recorde mundial de maior barra de chocolate do mundo. Ela tem 4,41 toneladas e mede 5,6 metros por 2,75 metros, com 25 centímetros de espessura. Ela foi feita usando cacau importado de Gana. O recorde anterior, com uma barra de 3,58 toneladas, havia sido estabelecido em 2007 na Itália. A barra será comida no próximo dia 16, para celebrar os dez anos da empresa. (Foto: AFP)
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/09/armenia-cria-barra-de-chocolate-gigante-de-mais-de-4-toneladas.html
Também queria comer :(
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sexta-feira, agosto 13, 2010
domingo, agosto 08, 2010
Google quer catalogar todos os livros do mundo
O gigante Google está com um projeto ambicioso. A empresa quer digitalizar todos os livros já publicados na história da humanidade e fazer uma espécie de Biblioteca de Alexandria da era digital. O projeto deu início a muita polêmica envolvendo direitos autorais, mas a empresa parece ter conseguido criar um modelo que agrada a todos e já deu início ao processo de digitalização.
Para poder planejar e empreitada, o primeiro passo foi descobrir quantos livros, exatamente, já haviam sido publicados. A solução mais simples e direta seria contar os ISBN (código obrigatório na publicação de todos os livros) e usar o número como base. Porém, a empresa percebeu que nem todos os livros possuem o registro, principalmente os publicados no oriente.
Outras formas usadas por bibliotecas para contabilizar livros foram contempladas pela equipe do Google, mas nenhuma seria capaz de contabilizar todos os livros já publicados. Para resolver o problema, o Google fez o que a empresa faz de melhor: Eles coletaram uma quantidade absurda de dados de mais de 150 bibliotecas, livrarias etc e aplicaram o poder de processamento da empresa para cruzar os dados.
Depois de muito esforço e criação de algoritmos que eliminam informações dobradas, a empresa conseguiu gerar um número que seria razoavelmente confiável. Essa semana eles divulgaram esse número. São 129.864.880 volumes e eles pretendem colocar todos esses na rede.
Para poder planejar e empreitada, o primeiro passo foi descobrir quantos livros, exatamente, já haviam sido publicados. A solução mais simples e direta seria contar os ISBN (código obrigatório na publicação de todos os livros) e usar o número como base. Porém, a empresa percebeu que nem todos os livros possuem o registro, principalmente os publicados no oriente.
Outras formas usadas por bibliotecas para contabilizar livros foram contempladas pela equipe do Google, mas nenhuma seria capaz de contabilizar todos os livros já publicados. Para resolver o problema, o Google fez o que a empresa faz de melhor: Eles coletaram uma quantidade absurda de dados de mais de 150 bibliotecas, livrarias etc e aplicaram o poder de processamento da empresa para cruzar os dados.
Depois de muito esforço e criação de algoritmos que eliminam informações dobradas, a empresa conseguiu gerar um número que seria razoavelmente confiável. Essa semana eles divulgaram esse número. São 129.864.880 volumes e eles pretendem colocar todos esses na rede.
Só 129.864.880? Pensei que fosse um número muito maior; mas pronto, o que importa é o esforço Google! Thanks!
http://www.divirta-se.uai.com.br/html/sessao_7/2010/08/06/ficha_agitos/id_sessao=7&id_noticia=27033/ficha_agitos.shtml
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domingo, agosto 01, 2010
quarta-feira, julho 21, 2010
sábado, julho 17, 2010
sábado, junho 19, 2010
Invenções do Oriente 2
A vuvuzela, aquela corneta usada nos estádios da Copa do Mundo que irritam os jogadores, a Fifa e até os telespectadores, ganhou destaque mundial na África do Sul. Mas é a China a principal responsável por esse instrumento barulhento – é de lá que vêm cerca de 90% de todas as vuvuzelas que circulam pelo país da Copa.
Em entrevista à agência de notícias France Presse, o dono de uma das maiores fábricas da corneta na China Wu Yijun afirmou que, desde o começo de maio, recebeu mais de 150 mil pedidos. O instrumento ensurdecedor é feito, basicamente, de plástico barato – e sai por nada menos do que R$ 0,50 a unidade.
Segundo ele, a Jiying Plastic Product produziu e vendeu mais de 1 milhão dessas cornetas desde janeiro. Até o fim da Copa, em julho, a empresa deve comercializar outras 500 mil.

Logo vi...
http://www.consuladosocial.com.br/?p=6638
Em entrevista à agência de notícias France Presse, o dono de uma das maiores fábricas da corneta na China Wu Yijun afirmou que, desde o começo de maio, recebeu mais de 150 mil pedidos. O instrumento ensurdecedor é feito, basicamente, de plástico barato – e sai por nada menos do que R$ 0,50 a unidade.
Segundo ele, a Jiying Plastic Product produziu e vendeu mais de 1 milhão dessas cornetas desde janeiro. Até o fim da Copa, em julho, a empresa deve comercializar outras 500 mil.
Logo vi...
http://www.consuladosocial.com.br/?p=6638
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domingo, junho 13, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
terça-feira, maio 25, 2010
sábado, maio 22, 2010
Artista recria capas de discos com personagens de quadrinhos
O ilustrador Cliff Chiang inspirou-se em capas de álbuns dos anos 80 e os recriou com personagens de histórias em quadrinhos. Na capa da trilha sonora de Flashdance, Jennifer Beals virou a ninja Elektra, o álbum Rio, do Duran Duran, foi recriado com a Vampirella, os Jovens Titãs apareceram como O Clube dos Cinco e a Batgirl imita a capa de Purple Rain, do Prince. Cada uma das releituras custa o equivalente a R$ 34,50.
Chiang é formado em Literatura Inglesa e Artes Visuais pela Universidade de Harvard. Antes de se tornar ilustrador freelancer, trabalhou na Disney Adventures Magazine e na DC Comics, incluindo o selo Vertigo, destinado ao público mais velho.


Chiang é formado em Literatura Inglesa e Artes Visuais pela Universidade de Harvard. Antes de se tornar ilustrador freelancer, trabalhou na Disney Adventures Magazine e na DC Comics, incluindo o selo Vertigo, destinado ao público mais velho.
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quarta-feira, maio 19, 2010
Loja vende plantas cultivadas dentro de lâmpadas
O site de vendas de produtos de artesanato Etsy disponibilizou para a venda o Light Bulb Terrarium. A ideia é simples: cultivar uma planta dentro de um lâmpada. O filamento da lâmpada é retirado e ela vem preenchida com pedras de rio, musgo e um ou dois pés da planta do tipo tillandsia. Uma vez por semana, é só desrosquear o bocal e acrescentar um pouco de água. Custa o equivalente a R$ 79.
As tillandsia são também conhecidas como plantas aéreas, por absorver seus nutrientes e umidade do próprio ar. A planta tem mais de 400 espécies e é muito comum na América Central, América do Sul, México e sul dos Estados Unidos. Geralmente crescem em árvores maiores em uma relação não-parasitária. O nome é uma homenagem ao botânico finlandês Elias Erici Tillandz.
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI137193-17180,00-LOJA+VENDE+PLANTAS+CULTIVADAS+DENTRO+DE+LAMPADAS.html
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domingo, maio 16, 2010
Tubarão inspira saco de dormir
A designer americana Kendra Phillips criou um saco de dormir no formato de um tubarão para aqueles que acreditam que ele não é apenas um animal perigoso.
Além de divertido, o ChumBuddy é totalmente forrado com espuma para as noites mais frias. O produto está à venda na internet e pode ser adquirido por apenas US$ 200.
Além de divertido, o ChumBuddy é totalmente forrado com espuma para as noites mais frias. O produto está à venda na internet e pode ser adquirido por apenas US$ 200.
http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/2010/05/tubarao-inspira-saco-de-dormir.html
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segunda-feira, abril 26, 2010
TMN lança primeiro “Eco-telemóvel”
A operadora de telemóveis TMN está a lançar o Samsung Blue Earth – um novo telemóvel que se recarrega com energia solar, tem carregador ecológico cinco estrelas e um novo cartão SIM, o primeiro no Mundo fabricado com papel reciclável.
Ideal para utilizadores com preocupações ambientais, a recente tecnologia está concebida enquanto telefone ecológico para ter um impacto positivo sobre o meio ambiente. Inspirado pela natureza e desenhado para reflectir a beleza do Planeta Terra, possui um design ecológico com um extenso painel solar na parte traseira – projectado para transformar os raios de sol em fonte de alimentação da bateria.
É construído com acabamento em plástico reciclado de garrafas PET para a redução do consumo de combustível e emissões de carbono, sendo livre de substâncias prejudiciais. Destacam-se ainda as funções Eco-Walk, que permitem contar os passos de uma caminhada e calcular a redução de emissões de dióxido de carbono, dada a opção da caminhada em detrimento do uso de um transporte motorizado.
No Modo-Eco, o Samsung Blue Earth possibilita regular a luminosidade do ecrã, a duração da luz de fundo e o bluetooth com vista à poupança de energia. Tem também um Eco-Calendar, que permite aceder a informação acerca dos dias ecologicamente significativos.
No entanto, o Samsung Blue Earth reúne ainda outras características como: ecrã táctil de 3’’, câmara fotográfica de 3,2 Mpx, GPS, acesso 3,5G à Internet, push mail, Wi-Fi, Leitor de MP3 e Rádio FM, entre outras. Contudo, menos atractivos são os preços que oscilam entre 249,90 e os 239,90 euros.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=42005&op=all
Sim senhor, já não era sem tempo! Bate aqui TMN!
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sexta-feira, abril 23, 2010
Bilhar à mesa
A falta de espaço, principalmente nos apartamentos, acaba nos obrigando a decorar os ambientes apenas com os móveis que são essenciais. É por conta disso que as peças multifuncionais estão em alta: elas atendem a necessidades diferentes, mas ocupam uma metragem reduzida. A mesa Shangai, lançada pela Elite Game Room, torna possível o sonho de quem gosta de reunir os amigos para se divertir com jogos. Com o tampo, é uma mesa comum para refeições; sem ele, vira uma mesa de sinuca de verdade, no tamanho semioficial.
Feita de madeira jequitibá com acabamento em MDF, a peça mede 2,30 m x 1,30 m. A mesa vem acompanhada de dois bancos, que armazenam os tacos, as bolas e os pacotes com giz. Além disso, o conjunto vem com duas banquetas menores, para as pontas da mesa, que acomoda confortavelmente seis pessoas em uma refeição. O móvel, com todos os acessórios, custa R$ 6.200.
Feita de madeira jequitibá com acabamento em MDF, a peça mede 2,30 m x 1,30 m. A mesa vem acompanhada de dois bancos, que armazenam os tacos, as bolas e os pacotes com giz. Além disso, o conjunto vem com duas banquetas menores, para as pontas da mesa, que acomoda confortavelmente seis pessoas em uma refeição. O móvel, com todos os acessórios, custa R$ 6.200.
http://revistacasaejardim.globo.com/Revista/Common/0,,EMI98399-16802,00-MESA+DE+ALMOCO+SE+TRANSFORMA+EM+BILHAR.html
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segunda-feira, abril 05, 2010
quinta-feira, março 18, 2010
Moeda de Euro com rosto de Homer Simpson
Notícia antiga, mas interessante (como tudo n'O-Blog-que-queria-ter-um-Nome):
Uma moeda de um euro com o rosto de Homer Simpson no lugar do rei Juan Carlos apareceu na Espanha, disse o dono de uma loja de doces.
José Martinez estava contando o dinheiro de sua caixa registradora na cidade de Aviles quando se deparou com a moeda, ilustrada com a cabeça careca de Homer, famoso personagem do desenho americano Os Simpsons, no lugar do rosto sério do rei espanhol.
"A moeda deve ter sido feita por um profissional, o trabalho é impressionante", disse ele. O autor desconhecido do desenho de Homer não modificou o outro lado da moeda, que ainda tem o mapa da Europa.
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domingo, março 14, 2010
Graffiti ecológico
A artista Edina Todoki foi muito além das tintas para expressar sua arte. A húngara criou uma espécie de grafite ecológico, que leva um pouco de verde à acinzentada paisagem de Nova York, cidade norte-americana onde ela reside.
A iniciativa é simples, mas criativa. Munida de pequenos chumaços de musgo, Edina faz desenhos fixando as plantas em painéis e quadros, que depois são distribuídos pela cidade. Uma forma inovadora de aproximar do verde os moradores dos grandes centros urbanos. “Sou uma cultivadora da sensibilidade eco-urbana”, define-se a artista.
O projeto, que vem amadurecendo ao longo dos últimos cinco anos, já teve exposições em outras cidades dos Estados Unidos, além de Hungria, Alemanha e, mais recentemente, Inglaterra.
A iniciativa é simples, mas criativa. Munida de pequenos chumaços de musgo, Edina faz desenhos fixando as plantas em painéis e quadros, que depois são distribuídos pela cidade. Uma forma inovadora de aproximar do verde os moradores dos grandes centros urbanos. “Sou uma cultivadora da sensibilidade eco-urbana”, define-se a artista.
O projeto, que vem amadurecendo ao longo dos últimos cinco anos, já teve exposições em outras cidades dos Estados Unidos, além de Hungria, Alemanha e, mais recentemente, Inglaterra.
http://colunas.globorural.globo.com/bloggloborural/2010/01/06/grafite-de-musgo-traz-verde-a-cidade/
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